Hoje eu vim falar um pouco sobre esse livro que vieram me perguntar bastante sobre depois que o postei nos stories lá do meu Instagram pessoal (@lookingforcarol). O livro é da editora @novo_conceito e conta sobre Sam, um garoto Geek que se vê completamente solitário após perder seu único e melhor amigo Hayden. Após voltarem de uma festa, Sam encontra Hayden morto em seu quarto com uma embalagem de remédio vazia e um pendrive junto com um bilhete: “ouça, você vai entender”. Dentro do pendrive há uma playlist cheia de músicas que abordam sobre os mais diversos assuntos, mas que, ao contrário do que está no bilhete, acabam deixando Sam ainda mais confuso quanto a decisão do amigo de tirar a própria vida. Será que ele realmente conhecia o amigo? Será que sabia de tudo o que realmente estava acontecendo em sua vida para tomar essa decisão?
Após a morte de Hayden, os garotos que faziam Bullying com ele começam a ser a atacados e Sam teme que ele seja o culpado dos ataques sem saber se realmente os fez. Enquanto Sam se culpa pela morte do amigo (por conta do ocorrido na festa que antecedeu sua morte), teme ser o responsável pelos ataques e tenta encontrar respostas na playlist deixada por Hayden, ele conhece Astrid, uma garota que tem uma misteriosa ligação com o amigo e que pode ter algumas das respostas para as suas perguntas. Como eles se conheceram e o que Astrid representava para Hayden, afinal? .
O livro fala sobre bullying, vida escolar, família, aceitação, homossexualidade, suicídio, amor, amizade e superação e vale super a pena ser lido. Cada capítulo é uma música da playlist de Hayden e quem é geek irá se sentir familiarizado com todas as referências que são citadas durante o livro. Além disso, um dos questionamentos mais legais que ele levanta é o quanto nos deixamos levar pelas aparências e não fazemos ideia de como as pessoas e suas vidas realmente são, fala sobre como não devemos julgar sem antes conhecer os dois, três, quatro ou até cinco lados de uma história, ela pode ser mais complexa do que parece e nada daquilo que imaginamos.

