RESENHA | Percy Jackson e os Olimpianos – Os Arquivos Do Semideus

 Percy Jackson e os Olimpianos – Os Arquivos do Semideus foi um dos livros que peguei na biblioteca da faculdade e que, para falar a verdade, inicialmente eu não tinha grandes expectativas, por mais que eu seja fã das aventuras do semideus. Mas, no decorrer da leitura, foi mais um exemplar que ganhou meu coração; curto, fácil de ler e super divertido, o livro foi perfeito para matar a minha saudade do universo de semideuses e olimpianos de Rick Riordan.

   Trata-se de um livro extra, com uma capa dura maravilhosa e 163 páginas, que fizeram com que eu terminasse a leitura em um único dia. O livro é composto por 3 histórias extras que acontecem em diferentes linhas temporais da série original (Percy Jackson e Os Olimpianos). Na primeira História em Percy Jackson e a Quadriga Roubada, Percy encontra sua colega semideusa, Clarisse (filha de Ares), em apuros e se vê em uma corrida contra o tempo para recuperar a Quadriga de Ares.

Em Percy Jackson e o Dragão de Bronze, nosso herói está em mais um dia “normal” (pelo menos o mais normal que podemos considerar em um acampamento de semideuses e criaturas mitológicas) no Acampamento Meio Sangue, quando um de seus amigos é levado para dentro de um formigueiro de formigas gigantes. Percy, Annabeth (filha de Atena) e Silena (filha de Afrodite) precisam encontrar rapidamente um meio de salvar seu amigo, antes que seja tarde de mais.

  

 Em Percy Jackson e a espada de Hades, Percy, Thalia (filha de Zeus) e Nico (filho de Hades) são misteriosamente atraídos e levados para o mundo inferior, a pedido de Perséfone, para ajuda-la a recuperar uma das armas mais perigosas e mortíferas de Hades.

Além disso, o livro ainda possui fichas dos principais personagens e olimpianos presentes na série, atividades, mapa do Acampamento Meio Sangue e entrevistas com os irmãos Stoll (filhos de Hermes), Clarisse, Annabeth, Grover e, com nosso amado herói, Percy Jackson.

RESENHA | O Diário de John Winchester

Recentemente realizamos uma super compra de livros para mantermos a equipe Garota Hipster sempre atualizada dos lançamentos e do universo geek. Foram comprados 6 livros (faremos posts especiais de cada um deles aqui no blog) e dentre eles estava O Diário de John Winchester, o livro que traz para nós fãs o tão desejado diário do pai dos Winchester da série Supernatural. Postei a foto do livro no meu Instagram pessoal e, de tão grande que foi a repercursão, acabei decidindo trazer esse post para vocês 🙂  

O livro começa exatamente após a morte de Mary, mãe de Sam e Dean e esposa de John Winchester. Com dois filhos que serão criados sem a mãe e com um longo e tortuoso caminho pela frente, John Winchester sai pelo país em busca de respostas e de vingança pela morte de sua mulher que, ao que tudo indica, foi provocada por algum ser sobrenatural. John começa a se aprofundar e buscar mais informações a respeito da vida de caçador e relatar tudo o que descobre em seu diário (motivo pelo qual, no decorrer da série, Dean e Sam sempre consultam o diário do pai ao se depararem com alguma criatura ou mistério sobrenatural).

Repleto de ilustrações, lendas e folclores, “O Diário de John Winchester” é um livro que não pode faltar na biblioteca de nenhum fã de Supernatural. Acompanhe a desafiadora jornada de John, o crescimento de Sam e Dean, aprenda o exorcismo usado na série e a história de Samuel Colt, o criador de uma das armas mais procuradas e poderosas da série.

RESENHA | A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar

Aposto que vocês, frequentadores assíduos de livrarias, já devem ter visto várias vezes a capa desse livro e se perguntado: sobre o que, exatamente, fala esse livro? É a Hazel Grace da vida real de A Culpa É Das Estrelas? Foram esses os primeiros pensamentos que passaram pela minha cabeça e tenho certeza que sua relação com A Culpa É Das Estrelas foi o que fez com que, inicialmente, os exemplares fossem vendidos.

   Consegui o livro emprestado de uma grande amiga e tive o enorme prazer de conhecer Esther Earl Grace, a jovem que, embora não seja a Hazel, inspirou muito o John Green a escrever o romance que mais tarde seria um grande sucesso de vendas e bilheteria: A Culpa É Das Estrelas.

  O livro conta, através de anotações do diário da própria Esther, posts em seu blog, opiniões e relatórios dos médicos que acompanharam durante todo seu tratamento, depoimentos de familiares e amigos, transcrições de vídeos postados em seu canal do youtube, posts feitos pelos pais de Esther em um blog criado somente para falar sobre seu estado de saúde e, principalmente, através de uma maravilhosa e emocionante introdução do escritor John Green, sobre a vida de uma garota maravilhosa que, com apenas 11 anos, se viu de cara com uma doença terminal pouco comum em crianças da sua idade: o câncer de tireoide (que, mais tarde, espalhou-se para seus pulmões). 

“Ela era todas as coisas humanas: imperfeita, assustada. Mas, para mim, o que a torna tão notável é que ela também era muito, muito cheia de amor e extremamente disposta e ansiosa para compartilhá-lo”.

 É exatamente assim que todos que tiveram a maravilhosa oportunidade de conhecer Esther a descreviam. Ela era uma adolescente como todas as outras, mas ao mesmo tempo, tão singular. Tinha os mesmos medos e inseguranças típicos de uma garota de 13, 14, 15 e 16 anos, tinha que conviver com todas essas questões da adolescência e, ainda, com a ideia constante da morte por causa do câncer. Era uma nerdfighter (pessoas que lutam pelos nerds e celebram o intelectualismo), fã de Harry Potter,  preocupada em ajudar e transformar o mundo através de suas palavras. E ela com certeza fez a diferença: suas palavras tocaram e transformaram meu modo de pensar.

   Após conhecer o ponto de vista de Esther, tirei da minha cabeça aquela ideia inicial e conclui que, apenas por ela ser como era e transmitir isso através de suas palavras, faria com que o livro de Esther vendesse por si só.

Bom, sem mais enrolações veja esse vídeo postado por Esther em seu canal do youtube poucos dias antes de falecer e conclua, por si só, o quanto e o porquê ela era uma garota tão especial:

RESENHA | Quatro – O último livro da série Divergente

“Não sei se a coragem é algo que adquirimos com a idade, como a sabedoria, mas talvez aqui, na Audácia, a coragem seja a forma mais alta de sabedoria, o reconhecimento de que a vida pode e deve ser vivida sem medo”   – ROTH, Veronica. Quatro, p. 134.

  Acabei de ler o quarto livro da série Divergente de Veronica Roth: Quatro. E é sobre esse livro que irei falar no post.

“Mas…nossa, porque começar falando logo pelo último?“

 Primeiro de tudo é que, de toda a série de Divergente, esse foi o livro pelo qual eu mais me apaixonei.  Mas o real motivo não é esse. Decidi não falar sobre o primeiro livro e nem sobre o segundo porque os dois já foram adaptados para o cinema e, embora tenha algumas pequenas mudanças no enredo, acredito que os dois filmes foram bem leais aos livros. Porque não falar de convergente então?  Porque Convergente é um livro em que realmente acontece T-U-D-O! O livro é um completo spoiler tanto para quem acompanha a série pelos filmes quanto para quem ainda não terminou o livro Insurgente. Os dois falam sobre a saída de Tris e seu grupo para fora de Chicago e de toda uma vida dominada pelos conflitos entre os sem-facção e os Leais (que apoiam e desejam voltar para o sistema de facções). Falar qualquer coisa sobre esse livro seria o mesmo que contar tudo: desde o que tem do outro lado da cerca até o final de cada personagem da série.

   Por isso eu decidi falar sobre o livro Quatro. O livro tem 271 páginas e é dividido em 7 histórias contadas pelas perspectiva de Tobias, sendo 3 delas cenas que foram excluídas do primeiro livro “Divergente”. A primeira história, Transferência, conta um pouco do período em que Tobias Eaton (mais conhecido como Quatro) vivia na Abnegação sob a tirania e opressão de seu pai e já começa com seu teste de aptidão e todo seu conflito interno durante a cerimonia de escolha.

   A segunda História, A Iniciação, conta sobre a iniciação de Tobias na Audácia e esclarece várias questões, como origem da maravilhosa tatuagem em suas costas, como ele adquiriu o nome Quatro, sua relação com o instrutor que o ensinou a não ser descoberto por sua divergência e, o mais legal de tudo, um pouco sobre como era o Eric durante essa fase e como começou a ir se formando todo o conflito que acontece em Divergente.

  Na terceira história, O Filho, Tobias descobre que sua mãe não está morta e é convidado a participar do processo de seleção para ser líder da audácia junto com Eric e outros integrantes da facção.

   A quarta história, O Traidor, é quando Tobias descobre sobre os planos da Audácia e da Erudição contra a Abnegação e, também, quando começa a treinar e a suprir sentimentos por Tris. As 3 últimas histórias são cenas de divergente relacionadas a Tris contadas no ponto de vista de Quatro.

   O livro é legal para aqueles que, depois de Insurgente, ficaram um pouco nostálgicos e com saudade do sistema de Facções e para aqueles que curtem a Audácia, pois o livro mostra um pouco mais como é a vida dentro da facção. E, para aqueles que já são apaixonados por Tobias Eaton, preparem-se para conhecer um outro lado da personalidade do personagem e para se apaixonarem ainda mais.