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DIY | Mini terrário de ametistas

Final de semana é dia de deixar o trabalho um pouco de lado e colocar em dia antigos projetos que estavam há tempos na gaveta. Já fazia uns meses que eu estava com essas ametistas e esse potinho aqui em casa para fazer um “terrário” e só depois de muito tempo consegui fazer essa proeza 😂
Escolhi a ametista para o meu terrário porque ela é uma pedra que representa a evolução espiritual, a transformação e a sabedoria, além de proporcionar paz e harmonia. Além disso, a ametista ajuda a aliviar dores de cabeça e o cansaço e promove bons sonhos, além de ajudar a desenvolver a intuição ❤️ Mas porque estou compartilhando isso aqui com vocês afinal? Porque, por ser bem fácil e rápido de fazer, essa pode ser uma boa opção de presente, reaproveitando um vidrinho que tiver aí na sua casa, para aquela amiga que é a doida das pedras que nem eu 😂
Para o mini-terrário eu utilizei:

  • 1 Potinho de geleia (eu usei de vidro, mas pode ser de plástico também, fica a seu critério e com base nos materiais que você tem à disposição ai na sua casa);
  • Musgo desidratado (que você encontra para comprar em qualquer loja de jardinagem);
  • Ametistas ou outras pedras de sua preferência (as minhas eu comprei no Shopping das pedras em São Paulo, mas acredito que você consiga encontrar em casas de artigos esotéricos ou lojas especializadas em pedras);
  • Flores secas para dar aquela enfeitadinha;
  • 1 pingente de figa que tinha caído de um chaveiro e estava um tempão aqui em casa, mas até ai esse item é opcional no seu terrário, o legal é você ir vendo o que tem em casa e criando um terrário único e só seu;
  • Para fixar o musgo e as flores secas no vidrinho, eu usei cola liquida Pritt normal;
  • & para ficar a figa e as pedras eu usei uma massa de fixação chamada Multi Tack, ela é ótima para esse caso porquê da para tirá-la depois de um tempo (quando for tirar as pedras para limpar e reenergizar).


#ficadica: a massa de fixação Multi Tack que eu usei para fixar as ametistas e a figa já quebrou vários galhos aqui em casa, já usei para fixar mini pregadorzinhos na parede para colocar fotos e, inclusive, para deixar bijuterias em uma posição certinha para fotografar ☺️ você consegue encontrar a massa em papelarias e em lojinhas como a @multicoisasoficial

& ai, curtiu a ideia de DIY de hoje?

Frases importantes de “Os 13 Porquês” + Setembro Amarelo

Com o lançamento da nova temporada de “Os 13 Porquês” no catálogo da Netflix no final do mês passado, eu decidi reler o livro que deu origem à série. Para quem não sabe, a série Os 13 Porquês foi baseada em um livro de mesmo nome escrito pelo autor norte americano Jay Asher. O livro foi lançado em 18 de outubro de 2016 e conta a mesma história que vemos na primeira temporada da série: Hannah Baker, uma estudante do segundo ano do colegial, comete suicídio. Mas, antes de tirar a própria vida, ela grava 7 fitas listando 13 pessoas que, com seus atos, tiveram alguma influência direta em sua decisão. Para aqueles que estão nas fitas, apenas duas regras: ouvir todas as fitas e passá-las para o próximo nome que aparecer, caso contrário, uma segunda cópia dessas fitas seria exposta para toda a cidade. A história começa com Clay, um dos colegas de Hannah, recebendo o pacote com as 7 fitas e nós, leitores e expectadores, acompanhamos a sua trajetória enquanto ele ouve todas as fitas e descobre o que levou Hannah a tirar a própria vida.

Além do lançamento da terceira temporada da série, outro fator me motivou a releitura desse livro… esse fator foi: setembro amarelo. Para aqueles que não sabem, setembro amarelo é o mês da prevenção ao suicídio e essa campanha foi iniciada em 2015. Por conta disso, há vários projetos realizados por várias empresas e estabelecimentos à favor dessa causa. Como o livro tem tudo a ver com o setembro amarelo, achei pertinente a leitura e indicação dele para vocês, além de separar algumas frases muito importantes que encontrei durante a leitura que fazem a gente refletir e repensar sobre algumas questões e atitudes e, quando digo isso, não estou apontando dedo não, essas reflexões devem ser feitas sobre nós mesmos, tanto sobre a nossa atitude com relação aos outros, quanto a algo que está dentro dentro de nós e que não damos atenção, mas que deveríamos dar. Algumas frases aqui me fizeram pensar bastante sobre notícias que vemos diariamente na internet e o posicionamento das pessoas no ambiente virtual. Dê uma olhadinha nas frases e tenho certeza que você vai entender o que estou falando:

“Queria que as pessoas confiassem  em mim, apesar de qualquer coisa  que tivessem ouvido. E, mais do que isso, queria que me conhecessem.  Não aquilo que pensavam saber ao meu respeito. Mas eu de verdade. Queria que deixassem para trás os boatos, que enxergassem além dos relacionamentos que eu tive,  ou, talvez, ainda que tivesse, mas com os quais não concordavam.  Se eu quisesse que as pessoas me  tratassem dessa maneira, tinha que  fazer o mesmo com elas, certo?”

“Às vezes temos pensamentos que nem mesmo a gente entende. Pensamentos que nem são tão verdadeiros – que não são realmente
como nos sentimos -, mas que ficam rondando nossa cabeça porque são
interessantes de pensar.”

“Ninguém sabe ao certo quanto impacto tem na vida dos outros. Muitas vezes não temos noção. Mas forçamos a barra do mesmo jeito.”

“Se você escuta uma canção que te faz chorar quando você já está cansado de lágrimas, não a escuta mais. Mas não dá para fugir de si mesmo. Não dá para tomar a decisão de deixar de se ver para sempre. Não dá para tomar a decisão de desligar aqueles ruído dentro da sua cabeça.”


“É bom saber que alguém compreende o que estou (…)passando. De alguma forma, isso torna menos assustador o ato de continuar.”


“Se você tocar uma garota, mesmo sendo de brincadeira, e ela o empurrar para longe, deixe… ela… em paz. Não toque nela novamente. Em lugar nenhum! Simplesmente pare. Ela vai sentir nojo se você fizer isso.”


“Vocês não sabem o que estava se passando no resto da minha vida. (…) Não sabem o que se passa na vida de ninguém, a não ser na de vocês. E quando estragam alguma parte da vida de uma pessoa, não está estragando apenas aquela parte. Infelizmente, não dá para ser tão preciso ou seletivo. Quando você estraga uma parte da vida de alguém, você estraga a vida inteira da pessoa.”

“Você pode ter ouvido boatos (…) mas não pode dizer que sabe alguma coisa de verdade só por causa deles.”


“Mas a questão é que, quando você faz alguém se sentir ridículo, você tem de assumir a responsabilidade pela ação de outras pessoas que tomam isso como pretexto.”

Mas porque, afinal, eu falei sobre tudo isso?
Por conta do que o autor Jay Asher quis transmitir ao escrever o livro e que coincide exatamente com o propósito do setembro amarelo. É sobre darmos a devida importância à nossa saúde mental e repensarmos nossas atitudes para com os outros. É sobre buscar ajuda quando necessário e sempre pensarmos que pode haver uma Hannah Baker ao nosso lado. É sobre nos mostrarmos à disposição de um amigo, porque nunca sabemos o que se passa na vida do outro e, às vezes, tudo o que ele precisa é saber que tem alguém disposto a ouvi-lo. VOCÊ pode ser o peso na balança que vai pender para o lado da vida quando alguém estiver considerando o suicídio.

Uma das coisas que deixou o autor super feliz ao lançar o livro, foi ver que tantos leitores que se identificaram com a Hannah foram buscar a ajuda que a personagem não havia buscado. E, por isso, vou deixar disponível aqui o número do CVV (Centro de valorização da vida) para o caso de você precisar e quiser buscar ajuda: 188. Lembrando que eles também atendem por e-mail ou pelo chat 24 horas por dia todos os dias.

E agora, para finalizar o post, ai vão algumas curiosidades sobre o livro que você talvez não sabia:

  • A ideia do livro veio enquanto o autor estava em um museu no qual a visita era guiada por áudios gravados e a base para o tema tratado foi uma parente do autor que havia tentado cometer suicídio.
  • O uso das fitas na história foi algo cuidadosamente escolhido pelo autor. Ele não queria que ela fosse datada de um ano específico e, por isso, optou por fitas cassete ao invés de um formato digital para as mensagens da Hannah. É por esse motivo, também, que o personagem Tony dirige um Mustang antigo. As personagens reconhecem que as fitas são antiquadas e isso faz com que o livro sempre se atualize e não fique preso à uma época especifica.
  • Os 13 porquês da Hannah são baseados em vivências da adolescência do autor, de sua mulher e daqueles que estavam próximos à ele durante o processo de criação e desenvolvimento da história do livro.
  • O autor escolheu o número 13 baseado em em uma expressão em inglês muito usada nos EUA: baker’s dozen (duzia de padeiro, em português), que contém 13 unidades e, por isso, 13 porquês. O sobrenome de Hannah (Baker, que significa padeiro em português) faz referência à expressão também.

RESENHA | Surpreendente

Surpreendente 💙 sim, esse é o nome do livro mesmo e ele não mostrou ser menos do que isso. Depois de tanto ouvir falar desse livro em outros bookstagrams e depois de encontrá-lo por apenas R$5,90 na loja física da Saraiva, eu não consegui conter a minha curiosidade e meu impulso literário e, quando vi, já estava com as minhas mãos nele e a caminho do caixa da loja.


Eu comprei o livro sem saber muito bem o que esperar dele e, já de primeira, fui surpreendida ao ver que o escritor (Maurício Gomyde) é brasileiro e que a história toda começa em São Paulo para, depois, se passar em Minas Gerais. Eu fiquei tão empolgada! A gente sempre está acostumado a ler livros “gringos” em que as histórias sempre acontecem em lugares que, na maioria das vezes, estão na nossa visão limitada do que vemos nos filmes de Hollywood (afinal, eu nunca fui para nenhum desses lugares 🤣). Então, ler um livro o qual a história se passa na minha cidade, e que os cenários me são familiares, está sendo uma experiência muito legal. Além da diagramação maravilhosa o livro é cheio de frase lindas que se interligam completamente com a história. 

Pode parecer clichê, mas após terminar a leitura, havia somente uma palavra na qual eu conseguia pensar para definir o meu processo de leitura desse livro: surpreendente. Desde a primeira página ele me surpreendeu por vários motivos, mas o principal foi que seu enredo não assemelhou-se em nada ao que eu havia imaginado nas várias vezes em que havia lido a contracapa do livro quando o encontrava nas estantes das livrarias.

Surpreendente é profundo e cheio de ensinamentos. Ele discute o verdadeiro valor da amizade e as várias lições que a estrada pode nos ensinar quando parece que não há mais nada para se viver, quando você perde completamente a esperança de dias melhores. O livro conta a história de Pedro, um jovem recém formado em Cinema, que tem o sonho de conquistar um dos mais importantes prêmios de curtas independentes: o Cacau de Ouro. Mas para Pedro, conquistar esse prêmio passa a ser um desafio ainda maior quando sua perda degenerativa da visão passa a atingir um estado avançado e que, em menos de 2 meses, estaria perdida por completo. Para completar esse quadro, os pais de Pedro decidem se separar após anos de casados. Nesse cenário, a crença de Pedro em milagres e na sua teoria de “cinema felicidade” caem por terra e, com seu mundo desmoronado e já sem esperança em curar-se, Pedro decide sair em viagem com seus amigos (Fit, Mayla e Cristal) para gravar o melhor filme de sua vida e, ainda, descobrir um antigo segredo sobre si mesmo guardado por sua avó.

RESENHA | O Que Há de Estranho em Mim

Brit acredita estar na estrada por conta de uma viagem de família com seu pai, sua madrasta (a qual ela chama de monstra) e seu meio irmão para ver o Grand Canyon, mas a verdade está bem longe disso… Seu real destino é a escola Red Rock, um internato no meio do deserto que, aparentemente, trata de adolescentes problemáticas. Sentindo-se traída e desamparada, Brit pergunta-se por qual motivo seu pai a levou até ali: teria algo a ver com a influência de sua madrastra sobre seu pai ou com as vezes em que chegou tarde em casa por conta da banda na qual toca? Teria algo a ver com suas tatuagens e cabelos coloridos? Ou será que teria alguma relação com a doença de sua mãe?


Com essa mistura de sentimentos e perguntas e mal tendo chegado à Red Rock, Brit percebe que os profissionais da escola não são lá muito qualificados para os trabalhos que desempenham, que os métodos terapêuticos que utilizam são um tanto duvidosos e que toda a propaganda que fazem a respeito do internato é tudo fachada. Mas Brit não está sozinha afinal, ela junto com as colegas V, Bebe, Cassie e Martha se unem para conseguirem provas de que a Red Rock é, na verdade, uma farsa e poderem finalmente verem-se livres daquele lugar horrendo. Mas será que a palavra de 5 adolescentes serão o bastante? Será que alguém vai acreditar ou até mesmo ajudar o grupo?


O que há de estranho em mim” foi escrito por Gayle Forman (a mesma autora de “Se eu ficar” e “Para onde ela foi”) e devo dizer que esse, na minha opinião, não foi um dos seus melhores livros. Eu esperava uma coisa e me deparei com algo completamente diferente. Sei que a autora quis tratar e informar os leitores sobre internatos que são abusivos com seus estudantes, mas não senti realmente toda a tensão que ela quis passar através da história, não consegui sentir o quão ruim e abusivo era aquele lugar e nem me envolver muito com a história e com os personagens, sabe? Vocês sentiram a mesma coisa durante a leitura também? O que acharam? Deixa aí nos comentários para trocarmos algumas impressões sobre o livro.

RESENHA | Kowai + Conheça a Editora Wish

Você adora contos de fadas e antologias mas ainda não conhece o trabalho da editora Wish? Então prepara-se porque esse post foi feito para você!

A Wish é uma editora brasileira, fundada em 2013 e composta por uma equipe fixa de 3 mulherões (sim, GIRL PWR total! *-*). Ela publica livros com designs super atuais e diferenciados, com contos raros e super ricos culturalmente. Digo isso porque, no catálogo da editora, você encontra, além dos contos de fadas que já conhecemos (em suas versões originais) e amamos, os contos de fadas nórdicos e várias outras antologias ambientadas nos mais diversos cenários e épocas (inclusive, já está nos planos da editora uma coletânea dos contos de fadas celtas).

Para publicar seus livros, a editora Wish lança campanhas online para arrecadar o valor necessário para o lançamento de cada título e somente o faz se conseguir atingir 100% dessa meta. Caso consigam atingir o valor, os contribuintes são recompensados em brindes e, caso não consigam, todos o valor é devolvido aos colaboradores. Depois que os livros são lançados, você consegue adquiri-los diretamente no site da editora ou você consegue encontrar alguns títulos disponíveis no Submarino ou na Amazon.

Acabei de terminar o livro que foi o meu primeiro contato com a editora e, se você, como eu, é apaixonado por contos de terror e pela cultura oriental, essa leitura maravilhosa da @editorawish é para você! Kowai é um livro composto por 21 contos inéditos e que, ao contrário do que eu pensei quando comprei, não são histórias oficiais das lendas japonesas e chinesas, mas sim, escritas por brasileiros com base nessas lendas e ambientadas em cenários orientais. São contos beeeem curtinhos (tão curtinhos que me deixaram com um gostinho de quero mais 😂), de 5 páginas no máximo e, por isso, uma ótima leitura para você que está na correria do dia a dia e não dispõe de muito tempo para ler.

No início de cada conto há um resumo (para você ter mais ou menos uma ideia do que encontrará por ali) e a maior parte das histórias se passam na atualidade, com direito até a contos envolvendo youtubers. A diagramação e design foi o que fez com que eu me apaixonasse de cara pelo livro (por todos os livros da editora inclusive) e o que encontrei em suas páginas não fez com que esse sentimento mudasse nem um pouco ☺️

E aí, vocês já conheciam a editora? Tem algum livro nesse estilo para me indicar? Conta tudo aí nos comentários ❤️ 

RESENHA | Liga dos Arqueiros

Empreender não fácil. Nem um pouco. Como todo trabalho, ser dono do seu próprio negócio tem seus desafios mas, também, algumas virtudes que superam todas as dificuldades e fazem todo trabalho (que não para nunca) valer a pena ❤️ Uma das virtudes do meu trabalho, com certeza, é poder fazer parte de um pouquinho da vida de vocês e acompanhar momentos como esse da @catthome. Ela já foi cliente da @garotahipsterstore, começou a me seguir pelo meu Instagram pessoal, começamos a conversar e assim viramos amigas. Em uma das nossas conversas, a Carol veio me contar toda empolgada que ela havia acabado de lançar o seu primeiro livro pela @amazonbrasil e, é claro, que eu não poderia deixar de ler.

Enquanto alguns passam a vida inteira com o sonho de lançar um livro (eu estou entre essas pessoas 😂), essa maravilhosa acabou de lançar o dela e – pasmem – com apenas 15 anos! É muito orgulho gente. O mais gostoso de tudo foi saber que um produtinho lá da loja fez parte do processo de criação dela (o produto que serviu de inspiração foi esse aqui) 😍 É gratificantes demais ver algo da lojinha fazendo parte da vida de vocês dessa maneira. Eu só consigo sentir gratidão. Pra quem está curioso, o livro da Carol é maravilhoso e está disponível lá na Amazon na versão de livro digital (ela ainda está trabalhando no livro físico).

A história começa com Katrina chegando em casa após um dia aparentemente normal e encontrando o corpo de sua mãe com uma flecha cravada no peito. Enquanto a polícia examina o local, Katrina descobre que seu pai está desaparecido (e provavelmente morto) e, por isso, acaba indo morar com sua tia. Alguns anos depois, Katrina vai visitar o túmulo de seus pais e lá encontra um pacote endereçado a ela. No pacote há um cinto com um símbolo de uma flecha e um bilhete pedindo para que ela encontre o suposto “amigo” que deixou o pacote para ela em uma praça ali perto. Katrina vai até a praça e lá é surpreendida por alguém que a deixa inconsciente. Ela acorda em uma sala de interrogatório, amarrada à uma cadeira e com duas garotas que apresentam Katrina pela primeira vez à Liga dos Arqueiros. O resto? Vocês só vão descobrir lendo ❤️ o livro é bem rapidinho de ler e com uma escrita super fluida. Vale a pena conferir.

RESENHA | O Diário de uma Ansiosa ou Como Parei de Me Sabotar

Como falo bastante sobre ansiedade no meu Instagram (@lookingforcarol) e vejo que muitas pessoas se identificam com o assunto, hoje vou indicar um livro para vocês que me ajuda sempre que tenho algumas recaídas. Por sinal, já o li pela segunda vez desde que o comprei no ano passado.

“Ser tão completamente compreendida por pessoas que você não conhece pessoalmente é uma sensação muito poderosa. Muitas vezes, através de músicas, livros e filmes, somos relembrados de que nossos sentimentos são universais e de que não estamos sós nessa vida. Todo mundo tem alguma coisa específica que conversa com sua alma, que acalma e acalenta dias ruins.”

Esse é um trechinho do livro que descreve exatamente o que ele significa pra mim e, tenho certeza, para outras pessoas que o leram buscando por ajuda. O livro não vai ser a resposta para a ansiedade e nem uma cura milagrosa, mas sim, um abrigo, um ombro amigo pra quando a ansiedade parecer maior do que a sua coragem de encarar o dia.

Em O Diário de uma Ansiosa ou Como Parei de Me Sabotar, Beth Evans conta um pouco de sua vida e sua relação com a ansiedade enquanto nos dá dicas de como dar pequenos passos para supera-lá. Ela dá dicas de como passar por uma crise, de como encarar o bullying, de como buscar por ajuda e, até, de como escolher um bom profissional e conversar com ele e com seus amigos sobre o que está acontecendo. Tudo isso focando nessa fase que estou vivendo exatamente agora: a transação da adolescência para a vida adulta, mais especificamente, esse comecinho de vida adulta, e tudo em um contesto bem atual com redes sociais e tudo o mais.

Com apenas 186 páginas, uma escrita bem fácil e desenhos, tirinhas e listas desenhadas pela própria autora, esse livro vai conversar com você de uma forma que talvez nunca ninguém tenha conversado antes. Ele não substitui uma terapia, mas com certeza ser entendido por alguém que sente exatamente a mesma coisa que você ajuda ❤️ espero que a indicação ajude vocês de alguma forma, como ele vem me ajudando. Eu sempre brinco com a minha família e falo: se vocês querem me entender, esse aqui é o manual.

RESENHA | Frida Kahlo – Uma Biografia

Pensa em um livro maravilhoso? É essa biografia ilustrada da pintora Frida Kahlo 😍 Embora bem resumida, você consegue ter uma ideia do quão grandiosa foi a vida e obra da artista. Marcada pela dor por grande parte da sua vida, Frida é uma mulher livre, forte e única que, tentando libertar-se da dor, transforma sofrimento em arte e pinta de forma enigmática a sua realidade. Repleto de trechos de diários da própria artista e de releituras incríveis de suas obras feitas pela autora e ilustradora María Hesse, essa biografia rouba a sua atenção do começo ao fim, de modo que, em pouco tempo você acaba a leitura e nem sente ela passar.

O livro conta ainda com um pequeno acervo com artes de Frida e suas “traduções”, ambientando nós leitores no momento da vida em que a artista estava ao produzi-la. Pra quem não conhece a vida de Frida Kahlo, seus autorretratos podem parecer confusos, mas conhecendo um pouco mais a fundo a pessoa que ela era, conseguimos perceber toda a sua magnitude. Com essa biografia, consegui me apaixonar ainda mais por essa mulher (se é que isso é possível 😂) que não se permitia ser moldada por padrões e lutava por seus ideais. Que tentava a todo custo viver plenamente, embora a dor marcasse cada passo de sua jornada (e quando digo dor é física e emocional). Uma boa pedida para você, mana, se inspirar e não há como não ser inspirada por Frida Kahlo, isso eu garanto. 

RESENHA | Por Lugares Incríveis

Cara, esse livro foi pra mim como um tapa na cara, sério. Nada do que eu esperava, me alimentou de esperança durante toda a história para, no fim, me deixar sem chão. É um livro incrivelmente sensível, tocante, inesperado, arrebatador e perturbador em algumas partes. É um livro que nos faz pensar sobre a vida e sobre o que estamos de fato fazendo com ela. Estamos apenas vivendo, ou nós realmente existimos? 


Por Lugares Incríveis conta a história dos adolescentes Violet e Finch. Violet era aquela típica menina perfeita e popular, mas acaba voltando-se para dentro de si mesma e de sua dor ao perder a irmã em um acidente de carro. Finch é aquele adolescente impulsivo, inteligente, incontrolável e incompreendido que acaba sofrendo bullying por ser tão singular. Sendo assim tão diferentes, é difícil imaginar que algo rolaria entre os dois, não é mesmo? Mas, um dia, ambos acabam encontrando-se na torre do relógio da escola em que estudam e prestes a pular! Esse encontro, junto com um projeto de geografia, levam Violet e Finch à várias andanças pelos lugares mais famosos e curiosos de Indiana, enquanto um tenta incessantemente salvar o outro da escuridão que os aflige. 


De cara eu já me apaixonei pelo Finch (já na primeira página para ser mais exata) e eu ficaria realmente surpresa se a Violet não se apaixonasse por ele também durante a história. Esses dois foram um dos casais que eu mais shippei na vida! O shipp foi do começo até o fim do livro, e acho que eu ainda estou shippando 😂


E aí, quem já leu esse livro maravilhoso da autora Jennifer Niven? O que acharam?

DIY | Barra de Chocolate Wonka

Esse ano eu quis fazer algo diferente para presentear a minha irmã nessa páscoa. Eu queria presenteá-la com o chocolate preferido dela mas colocando um “toque especial” na coisa e não apenas dar a barra de chocolate para ela pura e simplesmente. Por isso, e por motivos de falta de dinheiros (😂), decidi pegar a referência de um dos livros preferidos dela – que tem tudo a ver com a data – e fiz essas barrinhas de chocolate Wonka 😍

Para fazer as barrinha, você vai precisar de:

  • Lápis;
  • Durex
  • Tesoura;
  • Papel alumínio;
  • Cartolina vermelha;
  • 1 barra de chocolate de sua preferência;
  • Papel adesivo (será nesse papel que você irá imprimir as imagens do bilhete dourado e da embalagem da barra de chocolate Wonka).

Vou deixar disponível aqui para vocês os links das imagens do bilhete dourado e da embalagem Wonka que eu imprimi para fazer as minhas barrinhas.

Eu gravei todo o processo enquanto fui preparando as minhas barrinhas Wonka e disponibilizei o vídeo no meu Instagram, confira o post a baixo para ver o passo a passo e fazer as suas também.